Patologia digital Philips.Mais fluidez para o laboratório.
Digitalize lâminas, organize casos e amplie a colaboração entre patologistas com a solução IntelliSite. A DigiFULL ajuda a planejar a adoção na sua instituição.
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Da digitalização
à gestão de imagens.
Conheça os scanners SG60 e SG300 e o sistema de gerenciamento IntelliSite IMS.
SG60
Agilidade para pequenos lotes.

Até 60 lâminas
Para fluxos enxutos, com digitalização de pequenos lotes em paralelo.
SG300
Capacidade para grandes volumes.

Até 300 lâminas
Adicione lâminas durante a operação e mantenha a digitalização automatizada em andamento.
IntelliSite IMS
Imagens organizadas.
Casos à mão.
Reúna lâminas e informações em uma lista de trabalho. Acesse, revise e gerencie os casos em um só ambiente.

Da lâmina ao monitor,
um fluxo contínuo.
O escaneamento automatizado gera a imagem digital. No visualizador, o patologista navega pelas lâminas, faz anotações e medições para revisar o caso.
- 01DigitalizarCaptura automatizada
- 02OrganizarImagens por caso
- 03RevisarNavegação e análise
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Aproxime especialistas.
Compartilhe a revisão.
A visualização compartilhada permite discutir casos com colegas à distância. As equipes podem consultar as mesmas imagens e trocar avaliações sem depender do transporte físico das lâminas.
01Consultas remotas
02Imagens compartilhadas em tempo real
03Discussões multidisciplinares
Prepare a equipe
para a rotina digital.
A revisão e a emissão de laudos continuam no centro do trabalho. A mudança está na forma de acessar, visualizar e compartilhar as imagens.
Treinamento, validação do fluxo e responsabilidades bem definidas ajudam a incorporar as ferramentas digitais ao dia a dia do laboratório.

Uma plataforma aberta
ao seu ecossistema.
Conecte o gerenciamento de imagens aos sistemas e às aplicações que apoiam o laboratório.
Digitalização
Captura de imagens de lâminas inteiras.
IntelliSite IMS
Organização e acesso aos casos.
Integrações
LIS e aplicações de terceiros.
O SDK Philips permite a aplicações de terceiros acessar imagens iSyntax. As integrações com o sistema de informação laboratorial (LIS), os formatos de imagem e os requisitos de infraestrutura são definidos conforme a configuração do projeto.
Antes de começar,
tire suas dúvidas.
Capacidade, infraestrutura e integração: os pontos para avaliar antes da implantação.
Falar com a DigiFULL01O que faz parte da solução IntelliSite?
A Philips IntelliSite Pathology Solution (PIPS) reúne scanners de lâminas, gerenciamento de imagens e ferramentas de visualização. Cada componente atende a uma etapa, da captura à revisão digital.
02SG60 ou SG300: qual atende ao meu volume?
O SG60 comporta até 60 lâminas e atende a pequenos lotes. O SG300 comporta até 300 e permite carregamento contínuo. O dimensionamento considera o volume diário, os horários de processamento e a distribuição dos lotes.
03O que muda na rotina do patologista?
As imagens passam a ser acessadas no visualizador, com recursos de navegação, anotação e medição. A revisão e a emissão de laudos permanecem atividades do patologista, apoiadas pelas ferramentas digitais.
04É possível discutir casos à distância?
Sim. As ferramentas de colaboração permitem compartilhar a visualização de imagens e discutir casos entre especialistas. O acesso depende da infraestrutura e das permissões configuradas pela instituição.
05O IMS pode se integrar ao sistema do laboratório?
O IMS oferece integração com sistemas de informação laboratorial (LIS). As interfaces disponíveis, os dados trocados e a compatibilidade com o sistema existente precisam ser avaliados no projeto.
06Como planejar o armazenamento das imagens?
Considere o número de lâminas, o tamanho dos arquivos, o prazo de retenção e a quantidade de locais e usuários. O IMS admite configurações escaláveis; a arquitetura de armazenamento é dimensionada para a operação.
07Há suporte a DICOM e aplicações de IA?
Os scanners SG usam iSyntax. Os modelos SGi também oferecem saída DICOM, conforme versão e disponibilidade regional. O SDK Philips permite acesso a iSyntax por aplicações de terceiros; a integração com IA depende do produto e de sua finalidade de uso.
08Como iniciar um projeto com a DigiFULL?
O primeiro passo é avaliar a rotina, a infraestrutura e os objetivos do laboratório. A partir desse diagnóstico, são definidos o escopo, as responsabilidades e as etapas de implantação, incluindo a verificação das versões e configurações disponíveis no Brasil.
Seu projeto, do planejamento
à operação com a DigiFULL.
Quatro etapas para alinhar tecnologia, infraestrutura e equipe, com escopo e entregas definidos para sua instituição.
Mapear a operação atual.
Levantamos os volumes, os fluxos e os sistemas existentes para identificar o que o laboratório precisa atender.
- Volume e perfil das lâminas
- Fluxo de trabalho e sistemas
- Objetivos e prioridades

Definir como tudo se conecta.
O desenho do projeto reúne os requisitos técnicos e as responsabilidades de cada participante.
- Scanners e armazenamento
- Rede e integrações
- Escopo e cronograma

Preparar a entrada em operação.
Coordenamos as atividades previstas no escopo, com validação do fluxo e preparação dos profissionais envolvidos.
- Configuração e validações
- Capacitação da equipe
- Critérios de aceite

Acompanhar e ajustar.
Após a implantação, a avaliação do uso orienta os ajustes e a expansão, conforme as necessidades e o escopo contratado.
- Uso e estabilidade
- Capacidade e demanda
- Ajustes e expansão

Vamos dimensionar
o seu projeto?
Conte à DigiFULL o volume de lâminas, os sistemas em uso e os objetivos da sua instituição. Esses dados orientam a avaliação inicial.